Dévus – O Deus Lupino

Garra e Força
Tema: o dom da fera e o preço do instinto
"Na noite mais escura, não renegue teus pelos. Somos filhos da lua e da terra, e nela corremos. Que o sangue nos una, que o uivo nos guie. E que os caçadores se tornem presas."
(Trecho do Fúria dos Lobos, celebrado por todo jovem devusiano ao se transformar pela primeira vez)
Em Dévus, a transformação é um dom divino e uma maldição política. O povo lupino convive com a dualidade entre civilização e selvageria. As casas tribais têm o poder entre matilhas, mas disputas internas e guerras passadas deixaram cicatrizes profundas. A crença no Deus Dévus reverencia o ciclo lunar como expressão da vontade divina, mas cultos dissidentes têm espalhado medo e discórdia. Entre os arbustos e as cortes, os olhos brilham com segredos. Em Dévus, toda decisão é um instinto controlado especialmente se for usada contra o império de Zaurin. O imperador Ziurian Zoldar I acredita na vitória, mesmo que custe o seu sangue.
Fauna e Flora: Lobos carmesins, javalis com presas curvas usadas em rituais de maturidade e corujas crepusculares que guiam caçadas silenciosas. Árvores retorcidas que sangram se feridas, folhas usadas como veneno e cura, e flores noturnas que só desabrocham ao uivo da alcateia.
EXEMPLO DE PERSONAGENS
- Um líder de matilha que precisa unir clãs rivais diante da ameaça de extermínio.
- Uma jovem lupina que nunca se transformou e teme estar sendo observada por algo pior.
- Um andarilho amaldiçoado por uma lua vermelha, cuja presença afeta o controle de todos ao redor.