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	<title>Hartari Ordem - Histórico de revisão</title>
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	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.imperiossagrados.com.br/index.php?title=Hartari_Ordem&amp;diff=560&amp;oldid=prev</id>
		<title>Cristian: Criou página com &#039;= A Força =  == PARTE I — O Espírito e a Vida ==  === A história que permanece === Foi iniciada a nova caminhada dos Hartaris sobre a Terra. Uma caminhada que se inicia em um tempo de escuridão e trevas. Um tempo em que somos perseguidos e executados pelos Duldron’s e por aqueles que estão ao serviço da escuridão e das trevas. Meu nome é Korlyng Handel’t II, filho da luz, escolhido por muitos para portar o dogma que cria vida e dissipa as trevas. Trazer a l...&#039;</title>
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		<updated>2026-09-29T14:20:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039;= A Força =  == PARTE I — O Espírito e a Vida ==  === A história que permanece === Foi iniciada a nova caminhada dos Hartaris sobre a Terra. Uma caminhada que se inicia em um tempo de escuridão e trevas. Um tempo em que somos perseguidos e executados pelos Duldron’s e por aqueles que estão ao serviço da escuridão e das trevas. Meu nome é Korlyng Handel’t II, filho da luz, escolhido por muitos para portar o dogma que cria vida e dissipa as trevas. Trazer a l...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;= A Força =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PARTE I — O Espírito e a Vida ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A história que permanece ===&lt;br /&gt;
Foi iniciada a nova caminhada dos Hartaris sobre a Terra. Uma caminhada que se inicia em um tempo de escuridão e trevas. Um tempo em que somos perseguidos e executados pelos Duldron’s e por aqueles que estão ao serviço da escuridão e das trevas. Meu nome é Korlyng Handel’t II, filho da luz, escolhido por muitos para portar o dogma que cria vida e dissipa as trevas. Trazer a luz não é um simples ato de bondade, mas sim algo que nos faz sair de nós mesmos e irmos cada vez mais em direção daquilo que é bom e belo para a vida como um todo. Agradeço aqui ao Imperador James Relsin’d II que não só ajudou financeiramente, como espiritualmente ao acreditar em mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui não irei retomar a estória dos Hartaris e nem olhar para o passado para comparar ou mesmo buscar respostas. Pois as respostas estão em mim, as respostas estão comigo e formam uma unidade em meu ser, em meu espírito que é a mais preciosa arma que um Hartari possui, pois sem nosso espírito as coisas que fazemos não poderiam ser feitas. Irei explicar como é, como deve ser e qual a função dos Hartaris em um mundo em que as trevas estão constantemente ameaçando a luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi Valium Ardash I que fundou a antiga Ordem dos Hartaris e sua queda, no ano 02 d.M em Asdem, demonstrou que ela se tornara talvez não obsoleta, mas ao menos corrompida devido ao fechamento em si mesma. Mais de 100 Mestres Hartaris passaram para meu pai passar para seu filho, no caso eu, o Dogma reunido de todos eles, o espírito de todos eles quando viram que o fim era iminente. Eles sabiam que tudo se torna possível através do Dogma e que é na própria vida em que encontramos o renascimento de tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história que permanece é essa: a do renascer. No passado, essa incontável fonte de sabedoria está à importância do que foi a antiga Ordem dos Hartaris. Porém é agora, no presente, mirando para o futuro que iremos encontrar o sentido do que queremos que os Hartaris venham a se tornar. É a partir de agora, comigo, que iremos delinear o que queremos ao treinar e sagrar novos Hartaris. E muito se engana quem pensa que é para evitar guerras, para lutar contra Duldron’s ou mesmo para ter uma vida santa ou justa. Não. Isso foi no passado, agora tudo deve ter um novo sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Hoje o Dogma flui tão forte dentro em mim que todo Hartari já desde criança é impelido a ir onde eu estiver. E se algum Hartari está próximo a alguém que porta o Dogma, eu consigo sentir através dele e guiá-los para perto um do outro”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trecho extraído do Livro: Diários de Um Menino, que escrevo todo dia em razão de minha primeira essência ser zauriana, fazendo parte de uma tradição. O Dogma, quando flui sem as amarras causadas pelo vazio, pelo ódio e por outros sentimentos que podem levar ao Poder faz com que todo o nosso ser esteja voltado para a Luz. E é somente quem consegue ter a bondade que a luz traz que possui a característica de, seja onde estiver, chamar os escolhidos pelo Dogma para si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PARTE II — O Dogma dos Hartaris ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A união de todos os seres ===&lt;br /&gt;
O Dogma é o coração da Ordem Hartari. Ele não é apenas um conjunto de preceitos ou mandamentos rígidos, mas sim o fio invisível que conecta cada Hartari à vida e à criação. É a união de todos os seres em um só espírito, a lembrança de que nada existe isolado e de que tudo está imerso no mesmo sopro de luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diferente do que muitos acreditam, o Dogma não é uma prisão, mas uma libertação. Ele não obriga, ele guia. Não impõe, mas ilumina. O Dogma é como o rio que não precisa ser forçado a correr — ele simplesmente flui, porque é de sua natureza fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesse fluir que um Hartari encontra a verdadeira força. Não na fúria da guerra, não no peso da arma, mas na serenidade de estar unido ao todo. A lâmina de um Hartari não corta porque é afiada, mas porque é conduzida pelo sopro do Dogma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dogma também guarda em si um segredo: ele pode ser transmitido. De mestre a aprendiz, de pai a filho, de espírito a espírito. Quando um Hartari morre, não leva consigo sua sabedoria, mas a entrega ao Dogma, para que outro possa beber dela. Assim, mais de cem mestres vivem em mim, em meu espírito, e em cada gesto meu eles continuam a respirar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas há um risco. Pois o Dogma também pode ser corrompido. Quando alguém deixa que o vazio, o ódio, a vingança ou a sede de poder sejam maiores que a serenidade da luz, o Dogma se contorce. A força que deveria curar, passa a ferir; o sopro que deveria guiar, passa a dominar. Foi isso que aconteceu com os Duldron’s. Eles eram filhos do mesmo sopro, mas decidiram abraçar a sombra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por isso que a nova Ordem Hartari não pode se fechar em si mesma como no passado. O Dogma não é propriedade de poucos escolhidos. Ele deve se espalhar como o vento, tocar todos os corações dispostos, alcançar até aqueles que não sabem seu nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Um Hartari não é medido pela sua lâmina, mas pela sua compaixão. Pois é a compaixão que sustenta a força, e não o contrário.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PARTE III — O Caminho da Luz ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A senda da verdade interior ===&lt;br /&gt;
O Caminho da Luz não é uma estrada visível, não está marcado em mapas, nem se conquista por rituais ou títulos. Ele nasce dentro de cada Hartari, como um fogo silencioso que cresce à medida que o espírito se purifica no Dogma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse caminho não é feito de passos, mas de escolhas. Cada decisão, cada renúncia, cada gesto molda a luz que arde dentro de nós. Não é um caminho fácil. Exige sacrifício, pois caminhar na luz é recusar a sedução da sombra, mesmo quando ela promete atalhos rápidos e vitórias fáceis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Caminho da Luz exige disciplina. Não basta empunhar um sabre; é preciso aprender a calar o coração em meio à tempestade, ouvir a voz do sopro no silêncio mais profundo, e reconhecer que a verdadeira vitória nunca é sobre o inimigo, mas sobre a própria escuridão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os antigos mestres diziam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Um Hartari pode ser derrotado mil vezes no corpo, mas nunca na alma. Pois enquanto o Caminho da Luz permanecer aceso, a Ordem nunca cairá.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, o Caminho é também resistência. É o testemunho de que, mesmo diante do domínio dos Duldrons, mesmo com Kalien e Koriban erguendo impérios de ferro, a chama não foi extinta. Eu sou essa chama, e cada discípulo que desperta para o Dogma se torna um clarão novo, incendiando o horizonte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a senda da luz é também revelação. À medida que avançamos, a verdade se desvela: compreendemos que não há separação entre vida e morte, entre mestre e aprendiz, entre passado e futuro. Tudo é um círculo, e cada Hartari é ao mesmo tempo começo e continuação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, o Caminho da Luz não termina. Ele é eterno, assim como o sopro que sustenta todos os mundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PARTE IV — Os Sabres da Ordem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Lâminas do Espírito ===&lt;br /&gt;
Um sabre Hartari nunca é apenas uma arma. Ele é o reflexo da alma daquele que o empunha. Forjado na disciplina e temperado pelo Dogma, cada sabre nasce como extensão do espírito, como se fosse uma centelha do sopro transformada em luz palpável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem os registros mais antigos que o primeiro sabre foi erguido quando um mestre concentrou o Dogma em sua mão, e a chama não se dissipou, mas se solidificou em lâmina. Desde então, cada sabre é singular: nenhum brilha com a mesma intensidade, nenhum canta no ar da mesma maneira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portar um sabre não é um direito, mas um chamado. Não há Hartari sem seu sabre, e não há sabre sem Hartari. Quem o segura sem ter sido escolhido pelo Dogma sente apenas peso e silêncio. Mas para o iniciado, o sabre pulsa, vibra, responde aos pensamentos e sentimentos mais íntimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As cores das lâminas revelam verdades que não podem ser escondidas. Um sabre azul fala de equilíbrio; um dourado, de sabedoria; um branco, de pureza alcançada. Mas quando a luz se corrompe, a lâmina sangra em tons de escarlate ou se apaga em trevas. Assim, o sabre é também um juiz silencioso, denunciando a queda ou confirmando a ascensão do Hartari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não é o corte que o torna sagrado. É o juramento. Todo Hartari que ergue seu sabre o faz não para dominar, mas para proteger. Não para destruir, mas para restaurar a ordem que o Dogma guarda desde o início dos tempos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que a Ordem tenha sido esmagada há milênios pelos Duldrons, e Kalien tenha se erguido como sombra triunfante, os sabres não foram esquecidos. Muitos jazem escondidos em criptas, selados por magias ancestrais, esperando a mão digna que os desperte. Outros brilham em silêncio, ocultos em reinos que já esqueceram o nome Hartari, mas que ainda guardam sua chama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, Korlyng, fui chamado a erguer novamente esses sabres. Não por escolha, mas porque o Dogma assim determinou. E sei que, enquanto houver ao menos um sabre aceso, a Ordem ainda respira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== PARTE V — O Dogma dos Hartaris ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Coração da Ordem ===&lt;br /&gt;
O Dogma não é um livro. Não é um decreto. Não é sequer uma lei escrita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dogma é respiração, é pulso, é a ponte invisível entre o sopro primordial e a carne. É o que sustenta a Ordem, o que guia os passos, o que ergue os sabres e o que impede que nos tornemos iguais aos Duldrons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde que fui arrancado da linha do tempo e devolvido ao mundo pelo poder de Amonsehat, percebi que o Dogma é a única verdade que permanece, mesmo quando o destino é rasgado e refeito. Eu morri — e ainda assim respiro. Eu caí — e ainda assim caminho. Não por mim, mas porque o Dogma não permite que sua chama seja extinta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os antigos mestres diziam que o Dogma se divide em três respirações: Equilíbrio, Sacrifício e Legado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Equilíbrio, porque não há Hartari que se deixe guiar apenas pelo ódio ou apenas pela compaixão. Um coração desequilibrado ergue um sabre que logo se apaga.  Sacrifício, porque cada Hartari deve estar pronto a perder a própria vida para que o mundo respire mais um dia.  Legado, porque nenhum de nós luta por si mesmo, mas por aqueles que ainda não nasceram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Duldrons sempre zombaram do Dogma, chamando-o de fraqueza, de prisão. Para Kalien e seus generais, o poder está no domínio, na subjugação, no esmagar dos povos e no apagar dos deuses. Para eles, fé e disciplina são correntes. Para nós, são asas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E foi justamente o Dogma que permitiu à Ordem resistir tanto tempo. Mesmo quando fomos esmagados, mesmo quando os sabres caíram, mesmo quando as gerações seguintes esqueceram nossos nomes, o Dogma permaneceu, sussurrando na memória do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que caminho novamente sob o sol de Asdem, vejo como sua ausência corroeu os povos. Reinos que antes buscavam equilíbrio agora se devoram em guerras. Homens que deveriam se sacrificar por seus irmãos erguem tronos sobre cadáveres. Povos que deveriam guardar o legado renegam até o nome de seus antepassados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu compreendo, enfim, que não basta empunhar o sabre. É preciso restaurar o Dogma. Sem ele, a Ordem renascida será apenas uma sombra armada, e não a esperança que o mundo aguarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se o Dogma exige sacrifício, que seja o meu. Pois eu, Korlyng, fui arrancado da morte não para vagar como fantasma, mas para me tornar instrumento. Que meu sangue sustente o Dogma, se for necessário. Que minha vida seja equilíbrio, sacrifício e legado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto meu coração pulsar, o Dogma não será esquecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte 6&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A caminhada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A única resposta possível para a pergunta de o porquê ser um Hartari é: para si mesmo. É somente para si mesmo que possui sentido em se tornar um Hartari. No momento que se perde o sentido de si, se perde o sentido do outro. Mesmo o mais justo cavaleiro sabe que no final do dia é apenas para poder dizer: eu consigo dormir em paz, conviver em paz comigo mesmo. Ou seja, não é por medo de seu Deus que ele irá ser bom. O bom cavaleiro é bom por ele mesmo, porque ele quer ser. E é assim que os Hartaris devem ser: bons porque temos que ser bons. Não é por alguma necessidade ou porque o fim se aproxima, é sim por si mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se torna um Hartari. Se nasce. Essa é a primeira e forte regra, se assim podemos dizer, que rege os Hartaris. Forçar uma pessoa a desenvolver seu Dogma é ir contra a natureza em seu sentido pleno. É ir contra as forças que controlam o Cosmos em que vivemos. O Dogma se manifesta de uma maneira única e própria em cada criança que o possui. Ele pode sim ser corrompido, porém, sempre existe uma esperança para aqueles que foram tocados pela bondade. O mal nunca é radical para um Hartari. Somente a bondade é radical, ou seja, somente a bondade possui raízes fortes. O mal é fonte de medo e todo medo pode se dissipado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O treinamento Hartari deve começar quando o ser tiver vontade de começar, quando ele sentir necessidade. Obviamente quanto mais cedo melhor, mas é uma questão de tempo, do tempo de cada um. Não podemos obrigar ninguém e nem forçar. É preciso estar-se preparado espiritualmente, querer aprender. E cada um possui o momento certo para isso, o momento em que o Dogma irá se manifestar. Certamente alguns irão passar uma vida sem esse desejo, mas é o respeito da vontade de cada um o dever de um Hartari. A vida é um bem precioso por demais para ser roubada ou ceifada, seja ela a forma que a isso venha a ser entendido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Templo Hartari localizado na Terra Proibida chamada Nemland é o ponto de encontro para aqueles que querem se aperfeiçoar na Arte dos Hartaris. Sim, uma arte. E como toda arte é preciso se ter disposição, se ter vontade e vocação. Somente se tendo elas é que vai se tornando um verdadeiro Hartari, alguém que está buscando desenvolver seu espírito de forma ampla e plena. O único pré-requisito é: ter o Dogma dentro de si. E a vontade de ter uma vida diferente dos demais seres, uma vida em que o Juramento de Valium tenha sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte 2 – O Aprendizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é aprender o Dogma? Não é pela visão, ao menos não somente por ela. É por todos os sentidos. Ele está presente em nós que nascemos com ele, mas não quer dizer que ele seja nosso. Não! Ele flui dentro em nós, mas não é nosso. Faz parte do Cosmos e da Natureza e é por isso que através dele tudo é possível. Não nos tornamos simplesmente um Hartari, nós aprendemos a ser. Aprendemos, pois ele pode e deve ser ensinado. E quem o faz é um Mestre Hartari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Denominamos Passagem Hartari para os que fazem parte dos Hartaris:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Iniciado: o que entrou nos Hartaris e ainda não desenvolveu suas habilidades.  Aprendiz: o que está com a habilidade do Dogma Usual ativa e já demonstra rapidez em aprendizado.  Imediato: o que está com o Dogma Usual e Mental ativos e demonstra além de rapidez de aprendizado, o equilíbrio.  Servo da Luz: o que está com o Dogma Usual, Mental e Elemental ativos e demonstra além de rapidez de aprendizado, o equilíbrio e a justa medida.  Mestre: o que está com o Dogma Usual, Mental, Elemental e Espiritual ativos e demonstra além de rapidez de aprendizado, o equilíbrio, a justa medida e é capaz treinar outros Hartaris.  Grão Mestre: o que está com o Dogma Usual, Mental, Elemental e Espiritual ativos e demonstra além de rapidez de aprendizado, o equilíbrio, a justa medida, é capaz treinar Hartaris e achar pelo Dogma outros Hartaris que estejam nascendo ou que nasceram.  Mestre do Dogma: o que está com o Dogma Usual, Mental, Elemental e Espiritual ativos e demonstra além de rapidez de aprendizado, o equilíbrio, a justa medida, é capaz treinar Hartaris, achar pelo Dogma outros Hartaris, ter palavra de comando sobre todos os Hartaris, controlar plenamente e ampliar o Dogma e acima de tudo promover a Elevação Hartari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte 3 – Os Caminhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Caminhos são o desenvolvimento do Espírito e a percepção de o quanto um Hartari está evoluindo. Mas muito se engana o Hartari que pensa que o Caminho deve ser realizado somente uma vez! O Caminho deve ser feito sempre! Deve ser pensado, vivido e sonhado. Aconselha-se praticar o Caminho uma vez ao mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Caminho: Natureza e Virtude – nesse caminho o Hartari deve aprender que ser virtuoso é olhar para fora de si mesmo. E que a conexão com a natureza, com Cosmos, é por onde o Dogma possui entrada. Destina-se ao Iniciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Caminho: Regulamento e Respeito – nesse caminho o Hartari aprenderá como, através do Juramento de Valium, pode construir uma terra firme para apoiar suas decisões. E que através do respeito a si mesmo é possível fazer com que seu Dogma se desenvolva de forma consciente. Destina-se ao Aprendiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3º Caminho: Humildade e Obediência – nesse caminho o Hartari entende que a humildade está ligada intimamente com fato de pensar no conjunto em primeiro lugar. E que a obediência ao seu Mestre é o único meio de fazer seu Dogma ficar forte e seu espírito ser inquebrantável. Destina-se ao Imediato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4º Caminho: Prudência e Destino – nesse caminho o Hartari sente que a prudência em usar seu Dogma é o mesmo que em evitar sua morte e viver de forma digna. E começa a sentir também que o destino é ele quem traça e que pode ser modificado pelo Dogma. Destina-se ao Servo da Luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5º Caminho: Excelência e Retidão – nesse caminho o Hartari compreende que não basta ele ser bom, ele precisa ser excelente, precisa dar exemplo no que faz. E que a Retidão, o ser inteiro com ele mesmo ajuda seu espírito a se desenvolver de forma a lhe beneficiar. Destina-se ao Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6º Caminho: Paciência, Determinação, Fé, Sabedoria e Liderança – nesse caminho o Hartari possui sua elevação, ele completa o círculo e seu espírito é invadido pela luz, pelo Dogma completo. Ele percebe que a paciência em seguir os outros caminhos com determinação o levou a ter fé em si mesmo e a sabedoria necessária para ter a liderança onde quer que o mal se apresente, como sinal de luz, de força, de Dogma. Destina-se ao Grão Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7º Caminho: Cosmos – esse caminho é a elevação máxima do Espírito de um Hartari e só é atingido pelo Mestre do Dogma, aquele que é capaz de desenvolver habilidade nos outros com a força de seu espírito. O domínio e controle do Círculo Hartari é a única maneira pela qual um Grão Mestre pode-se tornar um Mestre do Dogma. Ele não está no Círculo, pois ele é em sua totalidade o Círculo Hartari.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte 4 – Os Dogmas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dogma Usual: o Iniciado, o Aprendiz, o Imediato e o Servo da Luz Hartari começam a aprender o que é o Dogma e dessa forma sentirá que ele é como uma força do espírito que age sobre a matéria. O Dogma é a manifestação mais direta que se pode ter do espírito sobre o imanente. E sua primeira manifestação é pelo seu Uso, pelo Usual, ou seja, pela maneira mais básica de torná-lo presente no mundo que é, de fato, usando-o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dogma Mental: o Iniciado, o Aprendiz, o Imediato e o Servo da Luz Hartari aprenderão que desenvolver o Dogma vai muito além de sua influência no mundo físico. Ele se estende também ao seu intelecto e à maneira de como ele vê as coisas no e do mundo. A Mente é por onde o espírito se faz presente no mundo e é por ela que os Hartaris se sentem mais livres para desenvolver suas potencialidades. O Dogma Mental não serve para os outros, mas para si mesmo e para uma maior comunhão dos Hartaris entre si. Que isso seja mais do que claro, que isso seja de fato vivenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dogma Elemental: o Iniciado, o Aprendiz, o Imediato e o Servo da Luz Hartari após conseguirem o equilíbrio entre o Uso material do Dogma e sua manifestação Mental irão naturalmente aprender que também podem usar dos Elementos que a natureza oferece. Afinal, se o Dogma é uma parte do Cosmos a natureza também o é. E dessa forma tudo se interliga e tudo está conectado, em harmonia. Ao escolher um elemento para aprender a ligar-se, o Hartari está treinando sua capacidade de modificar a própria natureza à sua volta. Esse Dogma é o mais perigoso pois é o teste que o Hartari possui para que seu espírito não enverede para o caminho do medo e da escuridão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dogma Espiritual: o Iniciado, o Aprendiz, o Imediato e o Servo da Luz Hartari após controlarem a forma imanente (Usual), a percepção (Mental) e a transmutação (Elemental) do Dogma estão aptos a tornarem-se um Mestre Hartari. E é somente aos Mestres, aqueles que viveram os Caminhos de forma perceptível, que este Dogma se destina. Pois toda a preparação até esse momento será sentida no Espírito. E é por ele que esse Dogma, em sua forma pura, irá se manifestar. E aqui o Hartari deve se preparar voltando e vivenciando os caminhos de forma mais intensa, realizando uma volta dentro de si mesmo.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ponto de Equilíbrio ou Volta ao Espírito ==&lt;br /&gt;
Entre os Hartaris temos algo que chamamos Ponto de Equilíbrio ou a Volta ao Espírito. É como que uma segurança para um Hartari quando este começa a deixar-se dominar pelo medo, pelo ódio, pela raiva e outros sentimentos que o levam para o lado escuro de si mesmo e ele não vê mais o Dogma e sim um Poder, algo que serve para mandar e controlar. Pode ser uma imagem, uma pessoa, uma frase, algo que ele compartilhe com seu Mestre e com mais alguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HARTARIS NÃO PODEM SER PONTOS DE EQUILÍBRIO UM DO OUTRO.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Elevação Hartari ==&lt;br /&gt;
Somente aos Mestres, Grãos Mestres e Mestres do Dogma é que a Elevação acontece. O que é a Elevação? Ela é outro tipo de acesso ao Dogma, a essa força, a essa energia vinda do Cosmos que o Espírito canaliza. A Elevação permite aprimorar o Dogma de forma ilimitada e, dessa forma, até mesmo criar vida onde as trevas já consumiram quase tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é possível a Elevação? Elevar é estar acima de si mesmo olhando para dentro de si mesmo, porém é mais do que isso: é ser capaz de olhar o outro com amor. A Elevação só se tornou possível, pois eu, Korlyng Handel’t II, tenho o Dogma de inúmeros Hartaris dentro de mim e, dessa forma, consigo passar àqueles que um dia serão Sagrados Mestres. Sou o único acesso a ele e a única forma até que outro Mestre do Dogma seja Sagrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Elevação acontece de forma natural quando o Hartari prepara seu espírito e consegue canalizar através dele o Cosmos de forma a expandi-lo. Essa expansão é o que causa a Elevação. A Elevação também só acontece quando o Mestre do Dogma está ligado espiritualmente ao Mestre ou Grão Mestre e percebe sua evolução. A Elevação só irá acontecer quando o espírito estiver repleto de amor e nunca — jamais — por qualquer outro sentimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Mestre: capacidade de usar a Telepatia ilimitadamente. Ligação com o Aprendiz de forma única, podendo teleportar onde ele estiver uma vez ao dia. Capacidade de usar todos os elementos e se transformar neles.  Grão Mestre: capacidade de usar a Telecinésia ilimitadamente. Capacidade de congelar o tempo uma vez ao dia. Capacidade de usar uma linha do Círculo Hartari para realizar encantamentos.  Mestre do Dogma: capacidade de criar a vida seja de plantas, animais e ou mesmo ressuscitar aqueles que se foram. Capacidade de invocar todos os Hartaris mentalmente e teleportá-los uma vez ao mês. Capacidade de utilizar o Círculo Hartari para realizar encantamentos, feitiços, potencializar a essência etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Juramento de Valium ==&lt;br /&gt;
Todo Hartari ao passar de Iniciado para Aprendiz deve fazer o Juramento de Valium, compilado não somente em homenagem à Valium Ardash I, mas também para lembrar todos àqueles que, desde o início da antiga Ordem dos Hartaris, formam uma unidade conosco mesmo após não estarem mais presentes de forma física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Juramento de Valium é também renovado de forma simbólica toda vez que o Hartari receber nova Sagração, passando para a hierarquia seguinte. Quem conduz todas as Sagrações é o Mestre do Dogma, podendo conceder ao Grão Mestre designado quando da impossibilidade de estar presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sagração é um belo momento e deve ser feita, não importando a hierarquia, seguindo esses princípios: uma semana de meditação em local isolado e longe de quaisquer tipos de comunicações a ser indicado pelo Mestre do Dogma, podendo conceder ao Grão Mestre a escolha do local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Hartari deverá repassar diariamente os Caminhos e, ao final da semana de meditação, deverá comparecer no Templo Hartari seguindo as instruções de seu Mestre. No dia da Sagração, que é o dia de festa, a família poderá estar presente para as festividades.&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Círculo Hartari ==&lt;br /&gt;
Todo Hartari, ao ingressar no aprendizado, recebe um Círculo em que os Caminhos estão inscritos. O Círculo é feito de Amaritu, um mineral que possui cores variadas e que é entregue no dia da Sagração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se torna Mestre, o Hartari, junto a seu Mestre, irá colocar esse símbolo em seu espírito. O Círculo irá lhe ajudar em momentos de solidão e tristeza, mas também será um lembrete dos Caminhos que o levaram a se tornar um Hartari.&lt;br /&gt;
----&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Cristian</name></author>
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